“Ganhar ou perder é uma metáfora da vida” (Nelson Mota). Quisera que todos os homens fossem sábios em seus “jogos”, sinceros e claros em seus planos, consumir o ego e focar uma grande atuação, sem necessariamente ter que passar por cima de princípios básicos como respeito e amor ao próximo. Quisera ter a confiança de que não somos peças de um jogo ao expormos nossas fraquezas e qualidades aos nossos adversários, que até um dia desses era aliado. Ai o “jogo” vira, trair passa a ter mais força do que todos os nossos atributos. Ai o “jogo” suja, aparentamos o que não somos, fraquejamos diante da vaidade em querermos ser “espertos”, e usamos o outro como um troféu. Nossos aliados um dia podem ser nossos maiores adversários. É quando aprendemos que a lealdade e o respeito ninguém nos tira a não ser nós mesmos. A certeza se dá quando olhamos nosso reflexo e vemos o quanto somos humanos.